Desperte todo seu potencial humano.

Aumente seu tempo produtivo e energia para a o trabalho, família e para curtir a vida que sempre sonhou.

Brau Reis, um ser humano brasileiro que acredita no poder de transformação que a educação pode ter em nossas vidas, nos dando autonomia sobre nossa própria vida, baseando nossa vida no amor, em nossa saúde, e assim termos mais energia e uma melhor qualidade de vida, para que possamos compartilhar com o universo a nossa verdadeira potência, ser contribuição para o mundo, e como isso impacta de forma positiva a sociedade, nossos relacionamentos, e o nosso ser! 

Bacharel em Educação Física, cria do interior mineiro, praticante de movimento, atleta da vida real e um eterno aprendiz e amante dessa vida.

Desenvolvedor da metodologia "Be Move, Be Human", um curso 100% online, onde ensino humanos, passo a passo, como despertar e desenvolver todo seu potencial humano, para ser mais produtivo e viver a vida que sempre sonhou.

Como uma forma de agradecimento, por estar lendo essa página, abaixo segue o link para download gratuito do meu E-book, o passo a passo de uma jornada para aumentar sua energia, melhorar sua qualidade de vida, e obter autonomia sobre seu próprio corpo. Uma excelente leitura! 

Sobre

A imprevisibilidade da vida é uma coisa que me encanta. Entrei na faculdade de Educação Física, porque achava incrível ver meu professor do colégio tirar todas as crianças de uma aula de química, e levar todo mundo para a quadra para praticar algum tipo de movimento. Foram necessários poucos meses para esse encantamento ir se apagando. Frases do tipo: "Você vai morrer de fome" ou então, "Educação Física não dá dinheiro" eram constantes baldes de água fria sendo jogados nessa chama. Busquei alternativas para provar que essas frases não eram verdade, afinal, era a única coisa que eu sabia fazer na vida - praticar movimento - e estavam me dizendo que o que eu sabia não era o bastante para garantir a minha sobrevivência. Dentro da Industria do Fitness, passei por todos os setores, de estagiário a proprietário, mas em inicio de carreira, na minha área, o mercado de treinador pessoal era bem rentável, e foi como iniciei.

Nesse momento, comecei a me deparar com vários perfis de seres humanos. Muitos queriam melhorar sua saúde, mas os padrões de beleza impostos pela sociedade fazem com que uma hora ou outra, o caminho acabe desviando. Costumo dizer para meus alunos que a prática de atividade física dá alguns poderes para o ser humano: autoestima, autonomia, melhora da qualidade de vida, aumento do potencial sexual, autoconhecimento, força e a lista não para por ai. Porém, muitos não sabem o que fazer com tanto poder, e os próprios profissionais que deveriam orientar, dar ferramentas para a evolução de seus alunos, muitas das vezes também se perdem com tanto poder em mãos. Formei muito novo, aos 20 anos, no auge da forma física, e fatalmente fui atraído por essa Indústria, que sabe muito bem como fazer isso. 

Tive a sorte de estar no momento certo e na hora certa. Logo nos primeiros anos de minha jornada profissional, tive a felicidade de conhecer uma metodologia de treinamento que vinha com a proposta de revolucionar o mundo fitness. Abro um parenteses para relatar minha gratidão ao Coach Greg Glassman, que com uma grande sacada, fez uma combinatividade de ferramentas que de fato funcionam, com uma filosofia atraente, e nos traz o Crossfit. Ele literalmente me resgatou da perdição. Esculpir corpos já não era atrativo, ainda bem, aprender a dominar complexos movimentos, de esportes que nunca tive contato, resgatou aquela chama que estava se apagando. Quando criança, praticava todos os esportes que a escola oferecia, e depois da faculdade perdi o contato com quase todos, exceto o futebol do final de semana. Com o Crossfit, ajudei a desenvolver vários projetos no Brasil, em Minas, São Paulo, Rio, até conseguir desenvolver meu próprio projeto, ter a minha própria academia.

Realizado profissionalmente, perfeitamente encaixado no padrão de sucesso, empresário da Indústria do Fitness, foi ai, vendo a outra face da moeda, comecei a questionar todo o sistema. Realizado, porém sem tempo para praticar movimentos, imerso nos projetos profissionais, preocupado com números, trabalhando várias horas, minha saúde começou a dar alguns sinais. Comecei a sentir um esgotamento de energia. Junto com isso, a famosa "crise dos 30" e comecei a questionar minha trajetória e todo o sistema. Entendi que como toda Industria, a do Fitness não seria diferente, o que importa é o lucro e não os seres humanos. Comecei a me afastar novamente daquilo que fazia meu coração bater mais forte. Entendi que a questão não era morrer de fome, era ter um propósito para seguir a jornada. Não era abrir uma rede de academias, era ajudar pessoas a se desenvolverem como ser humano através do movimento. Não era o Fitness, o que me encantava era educar através do movimento!

Sou grato por todos os momentos que passei e dediquei ao fitness. Desenvolvimento físico, treinamento de alto rendimento, o Crossfit foi uma ótima ferramenta, gostei tanto que encarei o lado competitivo da metodologia, fiz grandes amigos que carrego em meu peito para onde eu for. Um método que me preparou para o aprendizado e me encorajou para a prática de uma infinidade de movimentos. Um modelo de negócio que me permitiu ir mais longe profissionalmente do que havia imaginado.

Quando criança, meu background de movimento era: futebol, de salão e de campo, handball, vôlei, corrida de 100 e 200 metros, salto em distância, natação, karatê e os jogos e brincadeiras de uma criança criada no interior de Minas Gerais, como andar a cavalo, pique pega na rua, pular carniça, pique lata, bolinha de gude, empinar pipa, pique bandeira e o que mais a criatividade permitisse. Depois que resgatei a chama, ao conhecer o Crossfit, abriram-se outras possibilidades. Canoa, Mtb, StandUp, Kitesurf, Jiu-jitsu, corrida com obstáculos, e conheceria uma pessoa que mudaria minha percepção sobre a vida, e que me mostraria um novo conceito para o movimento humano.

Um professor Israelense, Ido Portal. Cada dia que pesquisava, mais curioso eu ficava. Como conseguia se movimentar tão bem, como conseguiu dominar tantos movimentos de alto grau de complexidade e fazê-los parecer tão simples, tão leve, tão lindo? Comecei a pesquisar, sua trajetória e ficava surpreso com as descobertas, com um estilo de vida nômade, disseminando pelo mundo o que ele vem chamando de Cultura do Movimento, descobri que assim como eu, haviam vários estudantes espalhados pelo mundo que também se identificaram com a linguagem do movimento e a mensagem que ele estava transmitindo. Foi através dele que me motivei a estudar inglês, e entender que existe uma biblioteca de conhecimento no mundo, mas que 95% do livros, estão escritos em inglês. Não tinha como fugir, se quisesse aprender, esse seria o primeiro passo. O segundo passo era escutar, era conhecer esse professor, até o dia em que ele veio ao Brasil para esse workshop da foto ao lado. E ali eu conheci a comunidade que ele havia formado. Gente do mundo todo, literalmente. Brasil, Italia, Holanda, Portugal, EUA, Chile, França, tantas culturas num mesmo salão, uma experiência que nunca havia experimentado. Nunca tinha visto tantas pessoas se movimentarem tão bem.

Foi ai que entendi o que era a cultura de movimento, pessoas conectadas pelo movimento, sem competição, apenas praticando movimento, praticando vida. Um mix de emoções toma conta nesse momento, uma experiência que abala suas percepções, que questionam suas certezas, que faz com que você saia completamente diferente da forma como chegou. Com muito mais dúvidas, quase sem nenhuma resposta, muito mais humilde, mais crítico, mais prático, mais humano. Valorizando cada momento e oportunidade, seja uma noite vendo a lua cheia numa ilha com os amigos, esperando o nascer do Sol no meio do mar, seja admirar a beleza de um pôr do Sol na praia, uma amizade verdadeira, sincera, o contato com a natureza, a família, os afetos, o ser humano, a vida e o movimento, ou vice-versa. E então, a vontade de mostrar que os outros estavam errados passou, comecei a procurar as respostas dentro de mim, descobri que a única coisa que sabia fazer era o que realmente importa, porque a prática de movimento nada mais é do que uma prática de vida.

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